AUSFLENÔMIO

2 10 2009

Eli Kossano e Jaque Ossols Ome, nunca haviam se visto antes, não sabiam nada um do outro, e sem qualquer motivo aparente, estavam ali juntos, separados apenas por uma conjunção aditiva, esperando passar o momento de indecisão criadora. que rumos a história poderia tomar quando fossem apresentados a um pequeno mas indubitável ausflenômio? Eli querendo fazer jus ao fato de ter sido apresentado em primeiro, foi quem falou sem meias, verdade: asterugos em floynantes perpassam a sede do empobrecido camprino, e mais já não saberei evitar, não fosse a fissura na fossa, minha nossa, que figura! (aplausos) a platéia ficou encantada com tamanha leniência em tão pouco espaço de tempo, e aproveitou para distribuir sopapos antes que o segundo combatente da noite pudesse dirimir qualquer dúvida quanto ao já citado ausflenômio. Jaque limpou a garganta com um pigarro característico, que fez a platéia calar esperando pelo que viria, nunca haviam ouvido pigarro tão desfibrocante em suas vidas, era como se um rouxinol afônico começasse a vomitar, e derrepente derramado falou e disse: istribinis capelua!

foi a consagração! ninguém em sã consciência poderia supor que Jaque conseguiria ser tão idiota. carregado em polvorosa pela turba, foi deixando para trás apenas o silêncio de um espaço vazio. nada mais restando a fazer, ausflenômio decidiu de uma vez por todas, colocar um fim na história.


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