depois de alguma dificuldade em encontrar a expressão ideal para começar este post, algo que pudesse expressar a sensação de leveza e desafogo que sinto por poder estar aqui novamente escrevendo estas besteiras inconsequentes sem trema. descartei vários começos, como não achei, e a ânsia de escrever o que eu quero estava grande, comecei assim mesmo.
pode até parecer estranho, afinal no último mês só fiz escrever: foram dois artigos, um ensaio, relatório de estágio e de quebra um trabalho sobre a revolução copernicana em kant. é que na verdade eu não estava escrevendo mas sim, escravendo, pois tive que escrever coisas que não eram para mim, para meu deleite condensado. isto não significa que não tenham ficado bons, gostei do que escrevi, o que não gostei foi Ter que escrevê-los. mas não falemos disso agora, quero voltar a fazer os bilustrângos dicubacos de outrora, os marmuzes de eitão, as palenuncas filimbrigas. e como não falar do já famoso, micosóide filigrano, esta pista para o entendimento de qualquer bretão, seja ele animal ou não. e a coisa não para por aí, com vocêisss… o novuuuuuuu parágrafo!
muito obrigado, muito obrigado, é um prazer estar aqui com vocês. metendo os dedos nas teclas para dar a todos este novíssimo parágrafo, inédito, novinho. jamais um parágrafo como este foi escrito na língua portuguesa ou em qualquer outra língua. vocês nem notaram mas, esta frase não estava aqui antes, ela entrou no lugar da que eu apaguei, pois estava baixando demais o nese e, não quis estragar o parágrafo que está ficando tão bonitinho.
entre um e ouro, um pouco de vinho. desculpe-me se estou me tornando um tanto prolixo hoje, mas é que estou curtindo o dedilhar da construção deste texto, degustando-o como ao vinho que me acompanha. in distintus est de veritas tamen, como dizia o distinto aldeão romano quando era pego de calças na mão. tantas coisas passou-me pela cabeça desde o último ponto, mas nada que eu pudesse, ou conseguisse por em palavras. elas também têm limites, onde cessa a razão, começa a estética. vou-me, e a história continua. ainda que a história continue, uma hora ela chega ao fim.
04/12/2010 · 03:22
BISUNGATO CASUNGRIVO
Arquivado em AUTOFAGIA, NONADA
Marcado como entrevista, estética, gutenbah, merz, metafísica, metalinguagem, non sense, palavra
Ele disse que essa problemática exacerbada complicou-se após o deparamento do indivíduo extremamente periculoso observar que em conformidade com os complexos abstrativos advindos de outorgadura emanada das cisrcunstância trágicas, pondera a caracterização inconstitucionalicimamente categorizada com o alargamento exagerado do orifício rugoso explícito nas circunstâncias efetivamente evidencializada.
Ok?
somente em caso de vida ou morte.